CBDH promove passeata em Taboquinhas contra a violência à mulher.

“Sou Mulher Quero Respeito”. Através desse lema, juntamente com instituições religiosas e redes escolares, na manhã deste sábado(26/08), a CBDH (Confederação Brasileira dos Direitos Humanos), sob a coordenação da Dra. Janete Vieira e com o apoio do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, realizou em Taboquinhas uma caminhada em protesto e conscientização da população do Distrito, contra a violência sofrida pelas mulheres.

De acordo com a TV Bahia, os números de queixas registradas na Bahia continuam subindo, e no último dia 20, a emissora principal junto às cinco filiais espalhadas pelo interior, resolveram se unir numa campanha que pede respeito para a mulher e o direito delas ocuparem qualquer âmbito social e/ou profissional que quiserem, sendo reconhecidas igualmente. Diante de tal informação, a CBDH resolveu como de costume pelas boas causas e bem estar da população Itacareense, dar uma “mãozinha” na campanha, que por sinal foi uma boa iniciativa e realmente essa triste situação que ocorre com as mulheres não pode passar despercebida pela população  Taboquinhense.

Denuncie: Disque 100.

Secretaria Nacional da Mulher: 180.

CBDH participa da inauguração da 5ª e 6ª Varas dos Juizados Criminais.

A presidente da Confederação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos – CBDH, D’jane Silva, participou na última quinta-feira (17/08) da inauguração das novas instalações das 5ª e 6ª Vara do sistema dos Juizados Especiais Criminais e do Núcleo de Justiça Restaurativa – BA. O evento contou com a presença da Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, Desa. Maria do Socorro Barreto, da coordenadora e mentora da Justiça Restaurativa na Bahia, Desa. Joanice Guimarães, demais juízes, autoridades e advogados.

A CBDH, que mantém convenio com o Tribunal de Justiça iniciado neste ano e também aplica a técnica de Justiça Restaurativa nas resoluções de conflitos no Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania instalado na comarca de Itacaré, tendo sua presidente como facilitadora.

Como funciona a JR – O cidadão que procurar a unidade será recebido pelos atendentes judiciários da unidade, que por sua vez, encaminharão a demanda aos conciliadores para a realização de uma audiência inaugural de conciliação. Uma vez identificado que o problema cabe à Justiça Restaurativa, a demanda é encaminhada ao Ministério Público Estadual, que solicita ao magistrado que o conflito seja encaminhado ao Núcleo. Vale salientar que os juízes também poderão remeter o conflito ao Núcleo através de ofício.

Posteriormente, o magistrado nomeia um facilitador da equipe multidisciplinar para mediar o conflito em específico. Este profissional, por sua vez entra em contato com as partes para verificar se estas consentem ou não que a demanda seja submetida a justiça restaurativa. Nessa etapa acontece o diálogo para verificar a possibilidade de solução do conflito de forma não judicializada, restaurando o relacionamento entre as partes.

“Cada vez mais vem crescendo a necessidade das pessoas compreenderem e resolverem os seus litígios de forma humanitária. Entendemos que a primeira responsável pelos seus conflitos é a própria sociedade” – disse a presidente da CBDH, D’jane Silva.